A governante fez este pronunciamento à imprensa à margem de uma marcha sobre de mobilização a favor do desarmamento, que teve início no Largo das Heroínas e culminou na Praça da Independência sob o lema “Se és consciente, desarma a tua mente".
O acto teve como lemas colaterais, "Resistir á entrega em armas é resistir á paz", e "Anda de consciência tranquila e desarmada”.
Segundo a ministra, é preciso que se comece a perder o sentimento violento, atitude e comportamento agressivo para que se possa viver cada vez melhor e ter uma sociedade sã e tranquila.
“É preciso que a paz efectiva comece com o calar das armas, elas se calem também dentro das nossas mentes e pensemos justamente no desenvolvimento", reforçou.
Realçou que o mesmo (desenvolvimento) só será possível se houver paz em todas as vertentes na vida do cidadão.
Genoveva Lino acrescentou ainda que é necessário que não haja armas, não se use os utensílios de alimentação para matar e se pense sempre no amor a vida própria e a de outra, porque que só assim estaremos em condições plena para trabalhar para o desenvolvimento.
Segundo a responsável, no processo de desenvolvimento, as famílias devem ter uma participação activa pois são elas que constituem a sociedade.
A governante apelou aos pais e padrinhos para não fazerem ofertas de instrumentos que representem guerra, para as crianças possam crescer com uma mente de paz virada para o diálogo, amor e respeito à vida.
in Angola Press, 17 de Abril de 2010